Basta pensar na enorme mancha azul que é o céu sobre toda a superfície terrestre e na extensão dos oceanos para termos a noção da dominância da cor azul. Entender este predomínio implica uma viagem sobre a interação da radiação solar com as matérias constituintes do planeta.
Estudos mostram que a redução da produção de hormônios provoca alterações celulares com implicações cerebrais importantes. A busca pela elucidação desses mecanismos pode ajudar a encontrar alternativas terapêuticas eficazes – confira no artigo da capa da CH de agosto.